O motivo seria que o cliente de Koubbi teria filhas com o mesmo nome do veículo Zoe. Os pais da criança não querem que as crianças sejam relacionadas ao carro e exigem que a Renault encontre um outro nome que, de preferência, não seja usado em humanos. O juiz acabou não acatando a decisão dos pais, pois segundo ele há apenas dois casos desse tipo, logo a acusação não é sustentada. Koubbi já afirmou que irá recorrer da decisão.
Todo esse problema em volta do nome do veículo chegou a internet – no Facebook, a campanha “Zoe não é nome de carro” tem mais de 6 mil assinaturas. A Renault já utilizou nomes femininos em seus carros – Megane e Clio, por exemplo – mas é a primeira vez que uma oposição está acontecendo.
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