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domingo, 16 de janeiro de 2011

Um scanner realmente é a solução???

Em plena era dos sistemas de gerenciamento eletrônico dotado de sofisticadas estratégias de diagnósticos, temos recebido várias consultas, questionando a importância de adquirir ou não um equipamento para análise, diagnóstico e regulagem de motores. SCANNER solucionará os meus problemas? ANALISADOR DE 4 GASES, se nos veículos modernos não temos acesso a regulagens?
Em primeiro lugar não devemos esquecer que um motor de combustão interna (mesmo equipado com injeção eletrônica) continua sendo um conjunto de componentes e sistemas que trabalham em harmonia, construídos para obter o melhor aproveitamento possível da energia térmica dissipada na combustão, transformando-a em trabalho. Esta harmonia está presente no próprio ciclo de quatro tempos do motor que, sincronizadamente, realiza a formação da mistura externamente ao cilindro, providenciando sua transferência para o interior desse cilindro, comprimindo-a para elevar sua pressão e temperatura e, em seguida, fornece uma fonte de calor (centelha da vela) no momento adequado para dar início a combustão, realizando-se o trabalho. Finalizada essa etapa, este harmonioso conjunto de componentes e sistemas realiza a limpeza do cilindro para dar início a um novo ciclo de quatro tempos.
A) "SCANNER ou ANALISADOR DE MOTORES?"
Quanto ao uso somente do
• Mas...Cadê a bola? Esqueceram de trazer.
É exatamente isso que acontece atualmente. Muita gente acha que investindo num
Os
Estes equipamentos podem estar disponíveis nos equipamento de análise de motores ou podem ser adquiridos separadamente.
De qualquer forma, não podemos nos esquecer que é de suma importância o conhecimento e a dedicação constante e que somente o aprendizado das novas técnicas, permitirão não mais a tradicional regulagem do motor, mas sim, o seu preciso diagnóstico e reparo.
scaner seria a mesma coisa como em um time de futebol onde temos os 11 jogadores de cada lado do campo devidamente uniformizados, bandeirinha, juiz, torcida, cartola, etc... scaner todos os seus problemas estão resolvidos. Essa certeza dura até que aparece o primeiro veículo com um terrível problema de funcionamento e nosso crente técnico, manuseando seu imponente equipamento, dá início à estratégia de diagnósticos do sistema através do scaner e, segundos depois obtém a leitura de que o sistema está OK. Existe algo mais incômodo do que uma certeza que virou incerteza. scaners para sistemas de injeção são recursos que permitem o acesso às memórias de avarias e estratégias de diagnósticos residentes na própria unidade de comando do sistema de injeção. Logo, são escravos comandados para executar testes dos sensores, atuadores, continuidade, codificação de alarmes, apagar a memória de defeitos e, em alguns sistemas, reprogramar a unidade de comando etc... Porém não possibilitam o reconhecimento de uma falha de ignição ou um sistema de pressão e vazão de combustível. Os scanners permitem somente as informações das unidades de comando do sistema de injeção possam ser lidas ou escritas, e nada mais.
B) Demais equipamentos indispensáveis para teste:
1) Ferramentas especiais para o sincronismo mecânico do motor;
2) Teste de compressão e equilíbrio de cilindros;
3) Teste de vazamento de cilindros;
4) Teste da pressão da bomba de óleo;
5) Teste da pressão e vazão da bomba de combustível;
6) Analisador de 04 gases;
7) Osciloscópio de ignição e de sinais;
8) Conjunto de cabos e adaptadores de medição (Pin-out ou B.O.B.);
9) Vacuômetro;
10) Lâmpada estroboscópica
11) Literatura técnica, valores de trabalho e esquemas elétricos do sistema.

A) Esclarecimentos sobre o motor de ciclo OTTO:

domingo, 17 de outubro de 2010

Codificação do sistema FIAT

Com este sistema de programação, todos os códigos
dos telecomandos; sem limite de quantidade, são
reconhecidos, mas só os 8 últimos ficam memorizados pelo
sistema de alarme da seguinte maneira:
1. Pressionar e manter pressionado o botão (4) na
plafoneira do teto (receptor), o LED (3) deve piscar;
2. Pressionar o botão (2) do telecomando, até que o LED
(3) fique aceso com a luz fixa. Soltar, então, os botões (2) e (3).
Nota:
operações a partir do ponto 1.
Para memorizar o telecomando seguinte, repita as
PROGRAMAÇÃO DO CÓDIGO DE PAÍS
Terminada a programação descrita acima, dentro de: 15 segundos, se o receptor for virgem e
3 segundos se o receptor não for virgem, após soltar o botão de programação do receptor da
plafoneira do teto, no sistema fica aberta uma janela temporária para que o sistema reconheça o
código do país onde deverá funcionar. Isto é feito pressionando- se com toque (s) rápido (s) o botão
de programação do receptor (veja tabela 1 abaixo). Se este botão não for pressionado dentro deste
tempo de 15 segundos, será automaticamente reconhecida a modalidade de funcionamento
determinada para CEE/Brasil (código 8) se esta operação estiver sendo efetuada pela primeira vez.
Se, ao contrario, esta operação já tiver sido efetuada anteriormente, o sistema funcionará de acordo
com a modalidade já memorizada.
NOTA:
do FIAT/LANCIA tester e ou pelos outros sistemas de diagnose.
Se o procedimento foi efetuado corretamente, o LED no receptor piscará 8 vezes, avisando que o
código foi memorizado tanto no receptor da plafonieira do teto como na central eletrônica de alarme;
em caso contrário, o LED ficará aceso com a luz fixa por 5 segundos, sendo necessário, então,
repetir todas as operações a partir do ponto nº1 da programação.
para a programação do código do país, é possível efetuar este procedimento através
1
2
4 3
1- LED do telecomando
2 - Botão de disparo no telecomando
3 - LED na plataforma do teto
4 - Botão de programação
1 Itália
2 Alemanha
3 França
4 Suíça
5 Reino Unido
6 Bélgica
7 Holanda
8 ( * ) CEE/BRASIL
9 Torino
10 Teste
Código nº de pressões no botão Modalidade de funcionamento
( * ) CÓDIGO SELECIONADO PARA O MERCADO BRASIL
Permite a exclusão da sirene no momento em que o sistema for ativado pelo telecomando,
mantendo-se pressionado o telecomando no momento que forem emitidos os 5 bips de confirmação
da ativação.
Além deste processo, é possível fazer o sistema inserir o tipo de
funcionamento do país através deste outro procedimento,
utilizando-se o botão do alarme localizado no vão do motor.
ð
Abrir o capo do motor;
ð
ON;
Colocar a chave de emergência da central eletrônica na Posição On
 Colocar a chave de ignição na posição MAR e em seguida em STOP: dentro de 15 segundos
ð
pressionar 7 vezes o interruptor (A) em menos de 10 segundos ; 5 bips avisarão que o sistema
entrou em DIAGNOSE MANUAL (veja parágrafo DIAGNOSE); durante estes 5 bips, pressionar e
soltar o interruptor do capô do motor. Um último bip longo, indicará que este procedimento de
entrada de programação do país foi aceito e, por conseguinte, a possibilidade de introduzir o código
do país;
Pressionar o interruptor, dentro dos 10 segundos seguintes, o número de vezes indicado na tabela
NOTA:
eletrônica e o sistema estará pronto para funcionar.
após este procedimento, aguardar 10 segundos para memorização do código na central
FECHAMENTO DA MEMÓRIA
Para evitar que as pessoas estranhas possam memorizar um outro código, é preciso proteger
(fechar) a memória; esta operação acontece automaticamente após 256 ativações / desativações
do sistema de alarme ou quando o usuário, voluntariamente, introduz a senha ( fechamento da
memória de modo manual). O fechamento da memória pode ser efetuado através da digitação da
senha ( código de 4 dígitos na etiqueta do telecomando) antes das 256 ativações ( por exemplo, em
um carro novo na revisão de entrega, depois que foram introduzidos todos os códigos dos
telecomandos fornecidos ao cliente).
PROCEDIMENTO PARA INTRODUÇÃO DA SENHA:
1-
durante todo o tempo em que o botão estiver pressionado;
Pressionar aproximadamente por 2 segundos o botão de programação no receptor: o L piscará
2-
dígito da senha;
3-
dígito da senha (se, por exemplo, a senha é 5.2.0.3., pressionar 5 vezes). Observar que, a cada
pressão neste botão, o LED acenderá brevemente para dar uma confirmação visual de êxito deste
pressionamento (FEED BACK);
Pressionar o botão de programação do receptor quantas vezes estiver indicado pelo primeiro
4-
exemplo ) o LED lampejará novamente indicando que o próximo dígito seja introduzido;
Após aproximadamente 2 segundos depois da última pressão no receptor ( o quinto nesse
5-
restantes.
Repetir então, os procedimentos indicados a partir do ponto 3 para introduzir os dígitos
NOTA:
programação do receptor, mas é necessário aguardar a confirmação para a introdução do próximo
digito indicado pelo lampejo seguinte.
Após a introdução dos 4 dígitos da senha o LED no receptor pode comportar-se de duas maneiras:
Quando a senha (5.2.0.3.) aparece um “0’ , não deve ser pressionado o botão de
programação do receptor, mas é necessário aguardar a confirmação para a introdução do próximo
digito indicado pelo lampejo seguinte.
Após a introdução dos 4 dígitos da senha o LED no receptor pode comportar-se de duas maneiras:
Lampeja por 10 segundos: isto indica que a senha foi introduzida corretamente e que a
mesma pertence a um dos códigos dos telecomandos memorizado;
Acende com a luz fixa por 10 segundos: indica que a senha foi introduzida incorretamente
Programação com a memória fechada (protegida)
A partir do momento em que a memória foi fechada, a introdução de novos telecomandos
com códigos novos, só poderá ser realizada com a abertura da memória.
Reabertura da Memória e Memorização de um novo Telecomando.
A memorização de um novo telecomando deve sempre ser efetuada com:
ð
o alarme desativado pelo telecomando (LED de dissuasão apagado);
ð
a chave de ignição na posição STOP;ð
A reabertura da memória deve ser efetuada respeitando as operações indicadas a seguir do ponta
A
ao ponto K :
A) Pressionar por 2 segundos aproximadamente, o botão de programação (4) do receptor; o LED
(3) piscará durante todo o tempo em que o botão estiver pressionado;
B) Soltar o botão; o LED (3) lampejará rapidamente indicando a possibilidade de introduzir o
primeiro dígito da senha;
C) Pressionar o botão de programação (4) do receptor quantas vezes estiver indicado pelo
primeiro dígito da senha (se, por exemplo, a senha 5.2.0.3., pressionar 5 vezes). Observar que, a
cada pressão neste botão, o LED (3) lampejará brevemente para dar uma confirmação visual de
êxito deste pressionamento (feed Back);
D) Após aproximadamente 2 segundos depois da última pressão do botão de programação (4)
do receptor ( o quinto neste o LED (3) lampejará novamente indicando que o próximo dígito seja
introduzido;
E) Comece a partir do ponto c. para introdução os três dígitos restantes (se o dígito for” 0”, não é
preciso pressionar o botão de programação (4) do receptor, mas esperar a ordem para inserção do
próximo dígito);
F) Se a introdução da senha foi feita corretamente (reabertura da memória), o LED (3) começará
a piscar, se ao contrario, permanecer aceso com luz fixa por 10 segundos, é preciso repetir o ciclo a
partir do ponto A.;
G) Durante o momento em que o LED (3) estiver piscando, entre 10 segundos pressionar e
manter pressionado o botão de programação (4) do receptor continuará piscando;
H) Pressionar o botão (2) do novo telecomando a ser memorizado;
I) Verificar se o LED (3) na plafoniera do teto fica aceso com luz fixa, indicando que recebeu o
sinal do novo telecomando;
J) Em seguida, soltar o botão de programação (4) do receptor na plafoneira do teto, concluindo o
ciclo de reabertura da memória;
Após a reabertura e introdução do código de um novo telecomando, a memória se fecha novamente
automaticamente.
NOTA:
receptor piscará um numero de vezes conforme o país memorizado ( Brasil = 8 vezes), indicando
que o código foi introduzido corretamente tanto no receptor na plafoniera do teto como na central
eletrônica. Em caso contrario, o LED (3) ficará aceso por 10 segundos indicando que o
procedimento não foi feito corretamente e será necessário, desta forma, repetir todas as operações
a partir do ponto
TIPO TEMPRA S.W.
PROGRAMAÇÃO DOS CÓDIGOS COM ACESSO MANUAL
ABERTURA DA MEMÓRIA
A partir do momento no qual a memória é fechada, introdução posterior
de códigos para os comandos remotos ocorre através da abertura manual
da memória.
A abertura da memória deve ser feita respeitando as operações
indicadas no ponto 1 ao ponto 10 em seqüência rápida:
1. Pressionar por cerca de 2 segundos a tecla no receptor; o LED lampeja
por todo o tempo no qual se mantém apertada a tecla;
2. Soltar a tecla; após cerca de 2 segundos, o LED emite um breve lampejo
que indica a possibilidade de introduzir a primeira cifra do Password;
3. Pressionar a tecla do receptor tantas vezes quanto indicado pela primeira cifra do Password (
se por exemplo, o Password for 5.2.0.3., pressionar 5 vezes);
4. Após cerca de dois segundos da última pulsação ( a quinta, por exemplo), o LED emite um
outro lampejo para solicitar a introdução da cifra sucessiva;
5. Proceder a partir do ponto 3 para introduzir todas as quatro cifras ( se a cifra for 0 (zero), não se
deve pulsar, mas esperar introdução sucessiva);
6. Se a introdução do Password estiver correta (abertura da memória), o LED começa a lampejar.
Se acender – se com luz fixa, é necessário repetir o ciclo do ponto 1;
7. Enquanto o LED lampeja, apertar e manter apertado o botão (6) no plafoniera. O LED (5)
continua a pulsar;
8. Com o comando remoto a uma distância de pelo menos 20 cm do plafonier, pressionar a tecla
(4) do comando até que seu LED (1) pulse por duas vezes, no máximo. Em seguida, soltar a tecla
(4);
9. Verificar se o LED (5) no plafonier fica com luz fixa;
Em seguida, soltar a tecla (6) no plafonier para conclusão do ciclo de programação.
Se o procedimento foi feito corretamente, o LED no receptor lampejará por 6 vezes,
sinalizando a ocorrência da memorização do código tanto no receptor do plafonier, como na central
V.A. G. Em caso contrário o LED lampejará 18 vezes e será portanto necessário repetir todas as
operações partindo do ponto 1.
Após a introdução do novo código no comando remoto, a memória se fecha novamente.
Se o procedimento de reabertura e memorização foi efetuado corretamente, o LED (3) noA.
a chave de emergência na central eletrônica na posição ON;
Soltar o botão; o LED emite um rápido lampejo indicando a possibilidade de introduzir o primeiro

Fiat – Palio, Marea, Tempra, Tipo
Procedimento para programação de transmissor de entrada por controle remoto

Codificação do alarme FORD

Método de Programação e Tipo de Transmissor
(a letra indica o Método de programação, e o número indica o tipo de Transmissor)
ANO
MODELO
1994 1995 1996 1997 1998 1998,5 1999 2000 2001
FIESTA E 4 E 4 E 4 E 4 E 4 E 4
COURIER E 4 E 4 E 4 E 4 E 4
ESCORT D 6 D 6 D 6
MONDEO E 4 E 4 D 5 D 6 D 6 D 6
TAURUS B 2 B 2 C 2 C 2 C 2
RANGER C 1 C 1 C 1 A 3 A 3 A 3 A 3
EXPLORER C 1 C 1 C 1 A 3 A 3 A 3 A 3
FOCUS F 6
F-250 A 3 A 3 A 3
Transmissores de Rádio Freqüência (RF) – Tipos 1, 2, 3, 5 e 6
Estes transmissores transmitem sinais de rádio freqüência para uma antena no interior do
veículo. Não é absolutamente necessário estarem em uma posição exata ou direcionada para que
operem corretamente. Operam até um alcance de 10 metros, podendo operar a uma distância maior
sob condições ótimas. Uma diminuição da distância de operação ou não operação podem ser
causadas por:
ð
bateria do transmissor fraca
ð
estruturas metálicas próximas
ð
outros veículos estacionados próximos
ð
torres emissoras de rádio/TV (menos de 8 km)
ð
Estes transmissores não são desprogramados do sistemas quando se substituem suas
baterias nem quando a bateria do veículo é desligada.
condições climáticas
Transmissor Infravermelho (IR) – Tipo 4
Este transmissor transmite sinais de infravermelho para um sensor de recepção.
É necessário direcioná-lo para o sensor para que opere corretamente. Seu alcance normal é
de até 5 metros do sensor, podendo alcançar mais sob condições ótimas.
Uma diminuição do alcance ou não operação podem ser causadas por:
ð
bateria do transmissor fraca
ð
sensor de recepção obstruído (tinta, sujeira, corpos / objetos no caminho do sinal)
ð
condições climáticas
ð
Este transmissor não é desprogramado do sistema quando se substituem suas baterias nem
quando a bateria do veículo é desligada (vide advertências – item.2)
emissor do transmissor obstruído (mãos, chaveiros, etc.)
emissor do transmissor obstruído (mãos, chaveiros, etc.)
NÃO SE ESQUEÇA:
î
Transmissores já programados que não fizerem parte de uma nova programação, serão desprogramados do sistema.
PROGRAME todos os transmissores requeridos na mesma programação.
î
funcionamento.
NÃO reprograme se quaisquer um dos botões do transmissor estiver em
ADVERTÊNCIAS:
1.
irá desprogramá-lo do sistema do veículo.
Não execute programação no transmissor IR com o sistema fora de programação. Isto
2.
baterias. Isto pode desprogramá-lo do sistema do veículo.
Não pressione nenhum botão do transmissor IR enquanto estiver substituindo suas
3.
pode ser programado e irá desprogramar todos os outros.
No modo programar, qualquer transmissor RF que for acionado dentro de 30 metros
IMPORTANTE.
básico. Se as condições de operação do sistema não atenderem o funcionamento requerido,
consulte o Manual de Serviço do veículo específico (em uma rede autorizada Ford)
Siga as instruções e recomendações aqui descritas apenas como guia
PROCEDIMENTO DE PROGRAMAÇÃO
MÉTODO “ A “ :
RUN. Todas as portas irão travar-se e em seguida destravar-se, confirmando o modo de
programação . Pressione qualquer botão do primeiro transmissor de controle remoto. As fechaduras
das portas irão ciclar-se confirmando a programação. Pressione qualquer botão do segundo
transmissor (possível até um total de 4 transmissores). Gire a ignição para OFF. As fechaduras irão
ciclar-se novamente para indicar o final do modo de programação.
MÉTODO “ B “ :
conector de programação (vide fig.1). Todas as portas irão travar-se e em seguida destravar-se,
confirmando o modo de programação. Pressiona qualquer botão do primeiro transmissor. As
fechaduras das portas irão ciclar-se confirmando a programação. Pressione qualquer tecla do
segundo transmissor (possível até um total de 4 transmissores). Gire a ignição para OFF. As
fechaduras irão ciclar-se novamente para indicar o final do modo de programação.
Gire a chave para RUN ou ACC. Jampeie momentaneamente os pinos no
MÉTODO “ C “ :
para RUN 5 vezes em 10 segundos, terminando em RUN.
Igual ao procedimento “A” , exceto que a ignição deve ser ciclada de OFF
MÉTODO “ D “ :
ignição para OFF. O LED no computador de bordo/relógio irá acender continuamente para
confirmar o modo de programação. Pressione qualquer botão do primeiro transmissor de controle
remoto. O LED no relógio irá piscar 4 vezes para confirmar a programação. Pressione qualquer
botão do segundo transmissor (possível até um total de 4 transmissores). Gire o chave de ignição
para RUN. O LED irá apagar-se para indicar o final do modo de programação.
Cicle a ignição de OFF a RUN 4 vezes em 6 segundos. Gire a chave de
MÉTODO “ E “ :
Aguarde até que o LED do conjunto do relógio de horas se acenda completamente. Isto confirma
que o sistema esta no modo de programação (por 30 segundos). Retire imediatamente a chave da
ignição. Com o transmissor sempre apontado para o sensor de recepção (figura 2), execute os
seguintes passos
Gire o interruptor de ignição da posição OFF para a posição I (acessórios).
1.
LED de transmissor pisque uma vez. Continue pressionando o botão.
Pressione e mantenha pressionado um dos botões do primeiro transmissor até que o
2.
Pressione o outro botão 3 a 5 vezes. Solte o primeiro botão.
3.
simultaneamente (5 vezes) se a programação deste transmissor for bem sucedida.
O LED do transmissor e o LED do conjunto do relógio de horas irão piscar
4.
programados (é possível programar até um máximo de 4 transmissores)
Repita na seqüência os passos 1, 2 e 3 se houver mais transmissores a serem
5.
programação. (o LED do conjunto de relógio vai apagar-se).
Gire a chave de ignição da posição “ I “ para a posição ON (II) encerrando a
MÉTODO “ F “ :
ignição para OFF. Um leve sinal sonoro se escutará próximo a coluna da porta para confirmar o
modo de programação. Pressione qualquer botão do primeiro transmissor de controle remoto. O
LED no relógio irá piscar 4 vezes para confirmar a programação. Pressione qualquer botão do
segundo transmissor (possível até um total de 4 transmissores). Gire o chave de ignição para RUN.
O LED irá apagar-se para indicar o final do modo de programação.
Cicle a ignição de OFF a RUN 4 vezes em 6 segundos. Gire a chave de
Gire a ignição de OFF a RUN 8 vezes em 10 segundos, terminando em
condições climáticas

Ford – Escort, Fiesta, Mondeo, etc.
Procedimentos para Programação de Transmissor de Entrada por Controle Remoto:

sábado, 16 de outubro de 2010

Codificação do alarme VW

A controle remoto integrado a chave de ignição e partida nada mais é do que
um emissor de radio freqüência que envia os códigos elétricos que são recebidos
e decodificados pela unidade de comando do sistema. para isso, a unidade de
comando possui uma antena de recepção interna. a seqüência para a gravação
dos telecomandos é descrita a seguir:
A unidade de telecomando do alarme à distancia só tem capacidade para
armazenamento de 2 comandos simultâneos , exceção feita ao Polo Classic
(argentino) que podemos armazenar até 4 telecomandos.
Cuidados Iniciais:
O alarme deverá estar desativado antes de iniciarmos o processo de habilitação do
telecomando.
Os telecomandos remotos não podem ser acionados 3 horas antes do processo de habilitação
no veículo (cuidado para não ficar “apertando os botões da chave”) assim como se faltar energia no
telecomando (troca ou perda da bateria da chave), a habilitação dos telecomandos só será possível
após 3 horas de ser feita a realimentação elétrica.
Quando habilitamos um novo telecomando, apagamos os códigos anteriores por isso, ao
habilitar uma nova chave com telecomando, você deverá repetir o processo na chave antiga.
Quando terminarmos uma seqüência de habilitação de telecomandos, devemos aguardar no
mínimo 3 horas para iniciar um novo processo.
Habilitação dos Telecomandos: (Gol, Parati, Saveiro, Santana)
A) Coloque a chave (aquela que você quer habilitar) no cilindro da porta do motorista.
B) Gire a chave no sentido de destravar ao porta (sentido anti-horário)
C) Mantenha a chave virada no sentido de destravar por 3 segundos e, ainda nesta posição,
aperte por varias vezes a tecla do telecomando que tem o desenho da chave, até que ocorra o
travamento e em seguida o destravamento das portas.
D) Voltar a chave na posição inicial (de repouso)
E) Testar o telecomando (verificar se aciona o sistema de alarme). caso haja falha, repetir
novamente o procedimento.
Caso o cliente deseje mais uma chave com telecomando, repita todo procedimento descrito num
período máximo de 2 minutos , após esse período, o módulo só permitira novas habilitações após
um período de 3 horas de descanso.
Habilitação dos Telecomandos: (Polo, Van, Inca)
A)
Coloque a chave no cilindro de ignição de partida.
B)
Ligue a ignição e mantenha ligada por, no máximo, cinco segundos e depois desligue-a.
C)
Retire a chave do cilindro de ignição.
Atenção:
a partir deste momento, tem-se 20 segundos para programar o controle remoto.
D)
três vezes. solte as teclas de abertura e fechamento. neste momento ocorrerá o travamento e, em
seguida, o destravamento das portas indicando que a operação foi completada com sucesso.
aperte e mantenha a tecla de travamento e, simultaneamente aperte a tecla de abertura, por
E)
bastando repetir o procedimento para os demais controles. (para o polo, pode-se adaptar até 4
controles)
A partir desse momento, tem-se 20 segundos para a adaptação de outro controle remoto,
Habilitação dos Telecomandos: (Golf / Passat / Bora)
A)
posição “marcha” e deixe-a na ignição.
Coloque uma chave, já habilitada (Segunda via) no cilindro de ignição de partida, vire-a na
B)
fechamento da porta e mantenha-a nesta posição.
Coloque a chave a ter o Telecomando habilitado na porta do motorista, gire-a no sentido de
C)
cadeado fechado (travamento), até que ocorra o travamento e em seguida o destravamento das
portas.
Nesta posição, aperte por varias vezes a tecla do telecomando que tem o desenho do
D)
Voltar a chave na posição inicial (de repouso).
E)
novamente o procedimento.
Caso o cliente deseje mais uma chave com telecomando, repita todo procedimento descrito num
período máximo de 2 minutos , após esse período, o módulo só permitira novas habilitações após
um período de 3 horas de descanso.
Testar o telecomando (verificar se aciona o sistema de alarme). caso haja falha, repetir
Procedimento de Sincronismo:
O sincronismo do controle remoto com a unidade de comando é necessária sempre que for
substituída a bateria do controle remoto ou ocorrer a perda da seqüência codificada entre a chave e
a unidade de comando, em conseqüência de acionamentos indevidos dos botões, fora do alcance
do veículo. para isto , o procedimento deve ser o seguinte:
A)
Coloque a chave no cilindro de ignição e partida e ligue a linha 15.
B)
máximo, 5 segundos.
Mantenha a ignição ligada e pressione uma das teclas do controle remoto por 4 vezes em, no
Atenção:
automaticamente.
se o procedimento estiver correto, ocorrerá o travamento e destravamento das portas

Volkswagen – Linha Gol, Polo, Golf
Seqüência Operacional para a adaptação dos Telecomandos :

Codificação do alarme GM

G.M. – Vectra, Astra
Para a habilitação do comando de alarme dos G.M.‘s, Vectra, Astra, é necessário o uso do
TC-2000 (ou aparelho original na autorizada) mais a senha do alarme (Info Card) quando o cliente
perde todas as chaves, com o acionador de alarme na cabeça (Astra) ou quando o acionador é um
chaveiro (Corujinha), (Vectra) que pode ser perdido ou danificado por uma queda.
A opção gravar alarme permite gravar um novo acionador de alarme Corujinha (Vectra) ou um
acionador de alarme na cabeça da chave(Astra)na memória do módulo imobilizador do veículo.
Para fazer novas gravações são necessários Ter mãos:
1. A senha de acesso do alarme, encontrada no INFO CARD;
2. O novo acionador que será gravado;
3. Máquina para a reprogramação (TC 2000 com cartucho Scanner 1 atualizado);
OBS:
O INFO CARD possui duas senhas diferentes:
·
Senha do imobilizador
·
Ao entrar na função do alarme tenha certeza de que a senha que você esteja usando seja do alarme,
o uso indevido de senha errada pode causar travamento do veículo.
Senha do alarme
Procedimento de gravação do novo acionador de alarme:
1.
GRAVAR ALARME;
Com a chave virada na ignição, e a corujinha (Vectra) em suas mãos escolha a opção
2.
partes irá ficar virada na ignição e a outra parte em suas mãos e escolha a opção GRAVAR
ALARME;
Nos veículos (Astra) são necessários que a chave seja dividida em duas partes, uma das
3.
Ex.: 2854;
Será pedido a senha de acesso do INFO CARD, digite-a esta senha possui quatro dígitos por
4.
Em seguida a será mostrada a mensagem (Aguarde!!) em sua TC2000 por alguns segundos;
5.
FECHADO);
A TC2000 pedirá para acionar o botão travar (nos veículos GM é a figura de um CARRO
6.
mostrar a mensagem OPÇÃO COMPLETA;
Segure o botão do carro fechado apertado até que a TC 2000 emita dois beeps e em seguida
7.
funcionando corretamente, para verificar se o ativador está funcionando retire a chave da ignição e
teste o alarme.
Desconecte o aparelho do veículo e verifique se o ativador de alarme se encontra

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Relação de falhas comuns sistemas de injeção eletrônica


Relação de falhas comuns Sistemas
Causa
Bosch LE Jetronic
Sem contato de massa nos pinos 2, 5, 13 e 25 da unidade LE Jetronic fixos na admissão.
Bosch LE Jetronic
Motor custa a pegar: regulador de pressão furado.
Catalisador
Restringido: motor não pega, com pouco rendimento e detonação.
EEC-IV Apollo, Logus, Pointer e Verona
Motor sem potência: mangueira do filtro de combustível "dobrada" debaixo da proteção do pára-lama dianteiro esquerdo.
EEC-IV EFI e CFI
(VW e Ford)
Motor não pega: solda fria na caixa de fusíveis.
Nota: esse defeito somente acontece em caixas tipo circuito impresso.
EEC-IV CFI VW e Ford
Sem temporização na bomba: examine instalação de alarme no relê da bomba.
EEC-IV CFI VW e Ford
Oscilação na m. lenta: aplicação incorreta do distribuidor de ignição.
EEC-IV CFI VW e Ford
Motor soqueia na retomada: válvula injetora com pouca vazão.
EEC-IV CFI VW e Ford
Solda fria no relê de potência (relê verde)
EEC-IV CFI VW e Ford
Motor acelerado ou não pega após ser lavado: sensor posição de borboleta.
EEC-IV CFI VW e Ford
Motor sem o efeito do afogador: ausência do relê verde
EEC-IV EFI e CFI
Aplicação incorreta do rotor do distribuidor (correto é o Bosch ...300)
EEC-IV EFI e CFI
Aplicação incorreta do sensor TPS: está sendo usado o sensor do sistema Marelli MI.
EEC-IV Escort Zetec
Motor sem potência: entupimento do pré-filtro interno à bomba VDO.
EEC-IV Escort Zetec
Mangueira entre o blow-by e o coletor furada, restringida ou mole.
EEC-IV Escort Zetec
Tampão caído entre o 2° e o 3° cilindro em veículos s/ ar condicionado
EEC-IV Escort Zetec
Motor custa a pegar quando quente: motor gasto (medir a compressão à quente).
EEC-V Ka e Fiesta
Infiltração de água nos conectores frente ao painel corta-fogo.
EEC-V Ka e Fiesta
Motor sem rendimento: volante do motor montado fora de posição.
EEC-V Ka e Fiesta
Consumo elevado: sensor MAF com sujeira em seus resistores.
EEC-V Ka e Fiesta
Motor sem marcha lenta: travamento do êmbolo do atuador da m. lenta
EEC-V Ka e Fiesta
Motor falha na retomada: velas de ignição com fugas de alta tensão.
EEC-V Ka, Fiesta
Interruptor de inércia bloqueado: sem alimentação negativa para a bomba
EEC-V Mondeo
Eletroventilador não liga: rele eletrônico do eletroventilador (rele verde) com defeito interno.
EEC-V Ranger/Explorer
Mistura pobre: entupimento na tubulação do sistema EGR no ponto de estrangulamento para a medição do fluxo para a EGR.
Gol/ Parati 16 Vál.
Marcha lenta irregular: correia do comando fora do sincronismo.
Golf - Digifant
Marcha lenta irregular: entupimento da mangueira do sensor MAP.
Golf - Digifant
Consumo elevado: inversão dos conectores de temperatura de água com de ar.
Golf - Digifant
Consumo e marcha lenta irregular: trilha do relê n° 106/906381 quebrada
Golf - Digifant
Consumo e marcha lenta irregular: queda de tensão L30 do relê de potência
LE Jetronic
Perda de potência e motor não pega: pré-bomba com defeito ocasional.
LE Jetronic
Consumo elevado: relê de partida à quente incorreto ou inexistente.
LE Jetronic
Motor sem desempenho: sensor de detonação com excesso de aperto.
LE Jetronic
Marcha lenta elevada: mangueira do zls furada.
LE Jetronic
Motor só pega ao desligar o sensor de fluxo de ar: unidade Le Jetronic com defeito
LE Jetronic
Motor sem aceleração e rico: portinhola do sensor de fluxo de ar trancada.
LE Jetronic
Aplicação incorreta do sensor de temperatura da água: deverá ser duplo.
LE Jetronic e Motronic
Entrada de água pelo medidor de fluxo de ar em veículos assim equipados
Marelii 1AB Pálio 1.6/16V
Marcha lenta elevada: examine o funcionamento da 1ª velocidade do eletroventilador.
Marelli 1AB Pálio 1.6/16V
Motor custa pegar quando quente: defeito interno na flauta das válvulas injetoras.
Marelli 1AVB
Acúmulo de sujeira no corpo de borboletas.
Marelli 1AVB/1AVP
Variação na marcha lenta: aplicação incorreta do distribuidor (correto ...677)
Marelli 1AVB/1AVP
Tempo de injeção muito elevado: inversão do plug do sensor de detonação com sensor de temperatura de água.
Marelli 1AVB/1AVP
Queima constante do fusível da bomba: curto na alimentação da sonda O2
Marelli 1AVB/1AVP
Motor não pega: cabos de velas com fugas de alta tensão para a carcaça.
Marelli 1AVB/1AVP
Marcha lenta irregular na fase fria: medir a compressão do motor à frio
Marelli 1AVB/1AVP
Motor morre ao ligar o A/C: examine o motor de passo e efetuar o reset da UCE
Marelli 1AVB/1AVP
Motor sem aceleração: sensor TPS com aplicação incorreta.
Marelli 1AVB/1AVP
Rompimento do cabo da sonda de oxigênio lado do chicote.
Marelli 1AVS
Motor sem retomada e apaga nas esquinas: efetuar o ajuste básico, examine o rotor e os cabos de vela com fuga de AT.
Marelli 1AVS e MP 9.0
Motor não pega ou soqueia: rotor com fuga de AT para o eixo
Marelli 1AVS e MP 9.0
Motor não pega: examine o sensor de temperatura da água
Marelli 1AVS e MP 9.0
Motor pega e apaga quando está frio: vide o sensor de temperatura da água à frio
Marelli 1AVS e MP 9.0
Motor com super aquecimento: examine o rotor da bomba de água solto.
Marelli 1AVS e MP 9.0
Motor com aquecimento: examine e troque o "caixa" da válvula termostática.
Marelli 1G7 Palio 1.0/1.5
Motor não pega: entrada de água pelo relê duplo

Marelli 1G7 Palio 1.0/1.5
Bloqueio da UCE: causado por não desligar o módulo imobilizador
Marelli 1G7 Palio 1.0/1.5
Correia do comando fora do sincronismo: usar a ferramenta adequada.
Marelli 1G7 Palio 1.0/1.5
Motor custa a pegar: examine a folga de entre-ferro do sensor de rotação e PMS.
Marelli 1G7 Palio 1.0/1.5
Motor custa à pegar: examine o regulador de pressão – furado.
Marelli 1G7 Palio 1.0/1.5
Reles ficam "vibrando": falta de aterramento, bobina de ignição ou fuga de AT.
Marelli 1G7 Pálio 1.0/1.5
Interruptor de inércia bloqueado: sem alimentação negativa para a bomba
Marelli 1G7 Pálio 1.0/1.5
Motor não pega: defeito no sensor MAP.
Marelli 1G7 Pálio 1.0/1.5
Alternâncias na marcha lenta: uso de velas não resistivas ou fuga de AT nas bobinas
Marelli G7
Entupimento, ou restrições na tomada de vácuo do corpo de borboleta para o sensor MAP.
Marelli G7 e IAW-P8
Motor custa a pegar: rompimento da mangueira espiralada interna à bomba
Marelli IAW-P8
Inversão dos conectores do aquecimento da sonda com sensor de detonação e dos conectores de temperatura da água com atuador de marcha lenta.
Marelli IAW-P8
Motor não pega: rotor do distribuidor com fuga para o eixo.
Marelli IAW-P8
Motor não pega: sensor de fase (gama) com resistência muito elevada.
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Rompimento dos aterramentos no coletor de admissão
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Sensor duplo de posição de borboleta com as pistas de carvão gastas.
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Falha na retomada, consumo ou marcha lenta irregular: sonda de O2 lenta.
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Queima constante da bobina de ignição: chicote do primário em curto.
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Motor morre e custa a pegar: sensor de PMS em curto, interrompido ou o chicote entre a UCE e sensor está quebrado no conector.
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Motor custa à pegar quando quente: examine a resistência da válvula injetora
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Entrada de água pelo sensor TPS.
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Entrada de água na UCE através do chicote elétrico.
Monomotronic Tipo 1.6 ie
Motor custa a pegar: rompimento da mangueira espiralada interna à bomba
Motr M1.5 Omega 2.0/3.0
Mau contato ou oxidação no conector do sensor da temperatura da água.
Motr M1.5 Omega 2.0/3.0
Motor custa à pegar: falha na válvula de retenção da bomba de gasolina.
Motr M1.5 Omega 2.0/3.0
Motor consome e custa a pegar: regulador de pressão furado.
Motr M1.5 Omega 2.0/3.0
Entrada de água pela unidade UCE através do chicote elétrico.
Motronic M1.5 Omega 2.0
Motor sem marcha lenta: fio quebrado no soquete do atuador de marcha lenta
Motronic M1.5.4 Vectra B
Motor com parada súbita e não pega: sensor de PMS em curto.
Motronic M1.5.4 Vectra B
Inversão dos conectores do atuador de marcha lenta com solenóide do cânister.
Motronic M1.5.4 Vectra B
queima constante do fusível n° 20 da bomba = curto interno nos fios
Motronic M1.5.4 Vectra B
luz da injeção acesa: = possibilidade de troca dos conectores:
vál. cánister, atuador m. lenta e sensor de detonação.
Motronic M1.5.4 Vectra B
motor c/ pouco rendimento: = sonda de o² resposta muito lenta
Motronic M1.5.5 Astra
motor acelerado ou s/ m. lenta = motor atuador da m. lenta travado.
Motronic M1.5.5 Astra
Motor não pega: inversão dos conectores de rotação com o conector do TPS.
Motronic M1.5.5 Astra
Eletroventilador não desliga:
1) Infiltração de água na cx. de relês instalada debaixo do pára-lama dianteiro esquerdo;
2) Conector da UCE com terminais retraídos.
Motronic M1.5.5 Astra
dash-pot muito longo: = vide a queda de tensão na partida, cabo massa bateria com solda fria no terminal ligado à bateria, cabo sub-dimensionado
Motronic MP9.0
cil. 2 e 4 não funcionam kombi: = comando de válvulas gasto.
Motronic MP9.0 Gol
Alternâncias na marcha lenta após a limpeza do TBI: executar o ajuste básico
Motronic MP9.0 Kombi
Sem marcha lenta: inversão dos conectores do atuador de m. lenta com sensor de tª do ar.
Motronic MP9.0 Kombi
queima constante da ecm = causado por desligar incorretamente a bateria
Motronic Todos
má resposta na aceleração = sonda de oxigênio com sinal muito lento.
Multec 700
motor c/ parada subida = bomba de combustível defeituosa
Multec 700
motor não pega = módulo hei
Multec 700
bobina impulsora dentro do distribuidor esfarelada s/ manta de isolação.
Multec 700
motor c/ consumo e não pega = mangueira tomada do map defeituosa.
Multec 700
fio terra do sensor de vss = desligado ou ligado c/ b+ alternador.
Multec 700
motor não pega = rotor do distribuidor c/ fuga para o eixo.
Multec 700
leitura do map elevada = correia do comando fora do sincronismo.
Multec 700
bomba pouca pressão: = examine aterramento da mesma no porta malas.
Multec 700
motor apaga nas esquinas = entrada de água pelo conector do sensor de vss
Multec 700
pulso direto na vál. injetora: = módulo hei c/ defeito
Multec 700
mau contato ou oxidação no conector do sensor da temperatura da água.
Multec B10 Corsa EFI
rompimento da mangueira do sensor map.
Multec B10 Corsa EFI
motor não pega quando frio = motor c/ baixa compressão comando gasto.
Multec B10 Corsa EFI
motor não pega = bomba de gasolina s/ pressão e pouca vazão.
Multec B10 Corsa EFI
motor não pega: = medir a compressão do motor à frio
Multec B10 Corsa EFI
entrada de água pelo sensor de tps.
Multec Corsa 1.0/1.6 16V.
motor falha na retomada: = examine a "queda de tensão" entre - bat./motor
Multec Corsa MPFI
Motor s/ aceleração = infiltração de água no conector do sensor de pms
Multec Corsa MPFI
Aplicação incorreta do sensor de tps = fora usado do corsa efi
Multec Corsa MPFI
Válvula injetora não funciona = mau contato no plugue de ligação.
Multec Corsa MPFI
Cilindro com falha de ignição = cabo de vela c/ fuga de a/t.
Multec Corsa MPFI
Cilindro com falha de ignição: fuga interna pelos parafusos de fixação da bobina
Multec S10/Blazer EFI
Código 93 = fio quebrado na tomada do solenóide da válvula egr
Multec S10/Blazer EFI
Mangueira do MAP trocada com a mangueira da válvula EGR.
Multec S10/Blazer EFI
Sintoma de motor com falha elétrica = falha no sistema da EGR, mistura pobre
Todos Sistemas
Combustível adulterado, sonda de O2 e velas com aspecto "esbranquiçado".
Todos Sistemas
Motor gira e quase pega = catalisador ou escapamento entupido.
Uno
Motor não pega = defeito no sensor MAP.
Uno
Alternâncias na marcha lenta: uso de velas não resistivas, fuga de AT na bobina.
Uno Todos
Motor sem desempenho, consumo elevado: válvulas com pouca folga.